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| Pré-vôo |
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| Articles | |||
| Written by Rafael Peres | |||
| Saturday, 27 December 2008 11:09 | |||
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There are no translations available. V1...!! Rotate!! Sobe ao ar... rugindo como uma fera... ganhando o firmamento e escondendo-se por detrás das nuvens... Iniciando pela porta de passageiros: verificar o correto fechamento da mesma, atentando para sinais de fadiga nos cantos da fuselagem e da porta. Seguindo em direção ao nariz: verificar a região quanto à limpeza e integridade do radome, se houver, ou se ali for instalado. Ainda no nariz, verificar as condições de todos os probes ali instalados: pitot e tomada estática, por exemplo. Nestes após a remoção das capinhas de proteção, devemos atentar se não estão entupidos por insetos ou sujeira, principalmente se a operação ocorre em pistas não pavimentadas. No nariz costumam ser instalados alguns sistemas. Portanto todas as janelas de inspeção devem ser abertas e com uma lanterna e sem os óculos-de-Sol (sic), observar seu interior. Se se tratar de compartimento de aviônicos, verificar a integridade dos conectores e cablagens, se não há pontos de atrito e se o aterramento por cordoalha está devidamente fixado. Caso esteja energizado, cuidado onde toca e haja como um bom perdigueiro: uma cheiradinha em busca de componentes em curto ou queimado é bem vinda. Se se tratar de um compartimento hidráulico verificar se não há vazamentos. Para isso mãos na massa, com uma paninho limpo e de preferência branco, passar pela conexões em busca de vazamentos. Atenção aos pontos de frenagem e obviamente pelo nível do reservatório e acumulador. Ainda no nariz, boa parte da nossa inspeção é feita ali, devemos nos atentar agora ao NLG, o trem de pouso de nariz: sem medo de sujar a calça, verificar a situação dos pneus e rodas, portas, da perna do trem, de seu cromo e hastes. Dentro do compartimento, cuidado para não bater a cabeça na porta e dê atenção aos atuadores: se estão limpos e sem sinais de vazamento e se as cordoalhas de aterramento estão presas. Se tivermos faróis no trem verificar sua fixação e condições dos fios de alimentação e, obviamente, se acendem. Um trem de pouso deve estar sempre limpo para que sinais de fadiga, como as trincas possam ser vistas. Ainda no nariz... Se for um monomotor, atenção ao grupo motopropulsor: hélice, se nela não há dentes ou trincas ocasionadas por pedras; motor: atentar ao nível de óleo e à inspeção visual da cablagem das velas e magnetos, a integridade do carburador, que começa a desaparecer com a modernidade, carcaça do turbo, gerador e dutos de admissão e do escapamento. Se os motores estiverem nas asas, o mesmo procedimento adotado no nariz é lógico. Se o avião for um fenomenal jato, verificar se nenhum passarinho fez ninho no motor que pernoitou sem as capas, a integridade de todas as blades, dos lábios do motor e da tomada de ar do motor de partida e aos parafusos de fixação dos capôs. Atenção ao nível de óleo. Atenção especial: Compartimento de baterias: Verificar se está bem fixada (baterias são muito pesadas), o correto travamento do conector da bateria e se não existem indícios de mal-contato (pino pretejado). Pronto! Agora vamos a fuselagem dianteira: Agora agachado, que ginástica, olhe a fuselagem dianteira por baixo. Não podemos achar sinais de amassados, riscos ou mossas profundas decorrentes de pedriscos que são arremessados por detritos e pedras durante o pouso anterior e se não há parafusos soltos. Asas: Da raiz à ponta, olhar atentamente aos bordos de ataque. Procurar por amassados. Se houver boots, verificar a integridade. Nas pontas das asas verificar se as luzes de navegação acendem e se os dissipadores estáticos estão bem presos e em bom estado, senão ouvirá o um gato miar na interferência do rádio. No bordo de fuga atenção ao aileron e atuadores do compensador. Movimentar delicadamente a superfície do aileron nos dois sentidos e atentar ao livre curso e se não há qualquer indício de resistência ou fricção. Flap, colocar em full e verificar se não há atrito durante a extensão e também e se há um livre e suave barulho do motor ou qualquer outro mecanismo de atuação. Drenagem do combustível: Drenar ambas as asas e atentar se não sobra nenhuma bolinha de água! Fuselagem traseira: agachar novamente... e verificar quanto a danos e parafusos soltos. No compartimento de bagagens verificar a porta, os pontos de fixação das malas e limpeza e presença de FOD esquecido que possa durante o vôo se alojar onde não deve ou ainda danificar ou rasgar a sua bagagem ou pior a da mulher do patrão! Se o compartimento estiver com cheiro de mofo: spray de bom ar em ação. Caso a aeronave tenha cauda em T ou for alta. Inspeção visual e debatimento dos comandos de profundor e de leme com alguém olhando por fora, se possível ATENÇÃO:
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| Last Updated on Sunday, 17 January 2010 22:17 |





